Leve, breve, suave,
Um canto de ave
Sobe no ar com que principia
O dia.
Escuto, e passou...
Parece que foi só porque escutei
Que parou.
Nunca, nunca em nada,
Raie a madrugada,
Ou 'splenda o dia, ou doure no declive,
Tive
Prazer a durar
Mais do que o nada, a perda, antes de eu o ir
Gozar.
Fernando Pessoa


4 chegaram com a brisa:
a pauta
do
desassossego
*abraço*
Querida Edna,
gostei muito das novas postagens
e das inovações no lay-out.
É sempre inspirador passar por aqui.
Um abraço.
Adorei seu blog... estou em minha primeira visita, e pretendo voltar sempre :D
Parabéns, realmente muito bonito!
Entre no meu blog também, tenho certeza que vai gostar:
semcorponenhum.blogspot.com
(Se gostar dele, poderia colocá-lo no seu blog, para ser divulgado? Eu ficaria encantado).
Beijos.
Boa tarde, Edna.
Lindo poema. Adoro Fernando Pessoa.
Um grande abraço.
Maria Auxiliadora (Amapola)
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